segunda-feira, 1 de março de 2010

Artigo: Em Busca da Felicidade...

Em Busca da Felicidade... (1ª PARTE)
Escrito por DANIEL FREITAS SILVA

Há muito me pego a pensar comigo mesmo ao som da minha própria respiração qual seria o melhor caminho, qual seria a melhor atitude, qual seria o melhor lado, qual é a melhor pessoa, enfim, o que deve ser feito para encontrarmos a felicidade do nosso querido Icapuí.

Tarefa nada fácil essa, encontrar um contraponto entre a satisfação de uns, a necessidade de outros e a ignorância de mais alguns.

Deixo aqui apenas o começo de uma reflexão, que há algum tempo estou formulando e que toda semana irei postar no blog a continuação, com o intuito de fomentar discussões e ao final criar um PLANO DE ATITUDE, com o objetivo de melhorar não só o ambiente político do município, mas o quadro social como um todo. Espero, por fim, que os que criticam também ensinem e os que elogiem também aprendam e que esse se torne um debate saudável e produtivo, sem as velhas dissidências políticas impróprias que aqui vemos. Por favor, quem quiser participar desse projeto, mesmo que não debata, deixe um comentário com a sua intenção de ajudar.

Por início, quero expor a primeira pilastra do desenvolvimento.

É inevitável perceber que toda sociedade contemporânea necessita de uma liderança, o povo necessita de um ente em quem possa confiar, e essa é a palavra chave de toda comunidade de sucesso.

Percebam que sem confiança é difícil senão impossível conservar um bom relacionamento. A confiança é a cola que gruda os relacionamentos. Se vocês não tiverem certeza disso, perguntem-se: quantos relacionamentos bons vocês têm com pessoas em quem não confiam? Você conseguiria ser FELIZ junto daquela pessoa?

Então, aqui formulamos a nossa primeira pilastra. Quer um município feliz? CONFIE em seus governantes. (sei, sei. Realmente é difícil confiar em políticos que a cada dia demonstram mais sua falta de respeito para com o ente público. Mas não foi você mesmo que colocou ele lá? então não custa nada confiar nele e não só esperar mas AJUDÁ-LO a tornar o município um ambiente bom para se viver).

Perceba, aqui já não existe mais lado político. A eleição já passou. Já existe um governante e este governante é de todos e não de apenas um lado. Será que este governante consegue governar sem o apoio da própria população (o todo) que lhe elegeu? Em que ambiente esse governante poderia melhor governar, em um calmo, onde todos querem ajudá-lo ou em um hostil onde muitos tentam suborná-lo?

Mas perceba o outro lado da moeda, um ambiente sem oposição não faria o governo apenas se acomodar? A CONFIANÇA ilimitada, sem a fiscalização não traria mais a tona esse sentimento de pensar apenas em si e esquecer da real necessidade da comunidade?

Está aberto o primeiro debate. TEMA: CONFIANÇA, FISCALIZAÇÃO E OPOSIÇÃO, qual o verdadeiro equilíbrio para o sucesso de um sistema?



23 comentários:

Klaud´mar disse...

Nobre colega polêmico Daniel...

Compartilho de algumas colocações suas em relacao à confiança depositada aos gestores na hora do voto, o poder de fiscalização de temos e a necessidade de ter oposição para que os governos em exercicio não se acomodem.

Quero destacar porem que, sua afirmação a cerca da não existencia de lado politico em Icapuí, não é coerente com nossa realidade. Existe sim uma divisão politica em nossa cidade e isso é explicito em todos os aspectos. Tudo que acontece em Icapui, prontamente é relacionado a partido A ou B. Ou vc é do partido A ou do Partido B (não quero citar as nomenclaturas usadas para definir as ideologias politicas), mas as conhecemos bem. Inclusive este blog, já foi constantemente associado e difamado como partidário, algo que aos poucos estamos contornando, graças a credibilidade que conquistamos juntos aos fiéis leitores, independentemente de suas ideologias politicas.

Portanto, caro Daniel, a sua iniciativa é válida e valiosa. Todos os cidadãos icapuienses devem assumir uma postura propositiva e construtiva, e que as possiveis críticas sejam utilizadas como forma de estimular o desenvolvimento, nunca o regresso!

Parabens pelo texto. E o blog está aberto a todos que desejem expor suas opinioes!

Daniel Freitas disse...

Meu nobre amigo Klaud'mar, entendo a sua inquietação com os lados partidários, mas a minha proposta é exatamente essa, quem quer melhorar a politica icapuiense não pode pensar em siglas partidárias. Infelizmente, me parece que os cidadães icapuienses ainda não estão preparados para uma discução nesse patamar, é tanto que somente você se propos a comentá-lo.

Quero deixar aqui uma observação que me deixa muito infeliz com os políticos icapuienses; quem aqui viu alguém que defende arduamente um lado político elogiar o que o outro lado faz??? que oposição é essa que só sabe criticar? será que mostrar que aquele é o caminho certo não seria muito mais proveitoso que mostrar que aquele é o caminho errado? Quando se tenta fazer de tudo para mostrar que aquele governo é o errado, será que a população vai sair ganahndo com isso?

veja, eu não estou citando governos ou cidades, isso é uma pergunta genérica. Cito, como exemplo, o governo federal, que realmente fez um bom governo economicamente falando, mas padeceu de alguns erros grotescos que estão desvirtuando o sistema de pesos e contrapesos do país e se aproximando cada fez mais do restante dos governos sulamericanos.

Daniel Freitas, tentando fomentar conversas produtivas.

Robson disse...

Daniel, parabéns pelo valioso texto. Considero, entretanto, seu pensamento esperançoso e utópico. Pensemos nas enormes dificuldades decorrentes das desigualdades, da corrupção, de interesses proprios etc. Como propor tais discussões para uma camada populacional que sofre com esses problemas? Se observarmos, aqueles que brigam avidamente por siglas partidárias sãos os mesmos que recebem vantagens políticas. Talvez, a educação política deva ser mais profunda no que diz respeito a conscientização das consequencias políticas.
Por outro lado, em relãção à confiança, penso que seja, simplesmente uma consequencia dos atos dos governantes. Bom exemplo do Presidente Lula.
Abraço a todos.
Robson Almeida

Daniel Freitas disse...

Robson, talvez esperançoso e utópico, mas não inalcançavel. E quem nunca sonhou na vida que me atire a primeira pedra.

Mas quero lembrar que se não podemos fazer tudo, que fazamos nossa parte, mesmo que está seja insuficiente.

de suas palavras me recordei de um texto de Madre Tereza de Calcutá que diz o seguinte:

"MESMO ASSIM
As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as MESMO ASSIM.

Se você tem sucesso em suas realizações, ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso MESMO ASSIM.

O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem MESMO ASSIM.

A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto MESMO ASSIM.

Aquilo que você levou anos para construir, pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa MESMO ASSIM.

Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda, mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os MESMO ASSIM.

Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo, você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor MESMO ASSIM. "

Madre Tereza de Calcutá


Me recordei de um livro que li no primeiro ano de faculdade chamado ÙTOPIA, de Thomas Morus, uma ótima sugestão de leitura. E que foi usa-lo nos próximos artigos.

por fim, termino com a pergunta:

a ÚTOPIA da REALIDADE, estão tão distantes assim?

Daniel Freitas, começando a ficar feliz pelo teor produtivo dos comentários.

Klaud´mar disse...

Daniel...

Para aqueles que tem uma vida confortável como a nossa, é muito fácil falar de utopia, sonhos, desejos, confiança e esperança. Porém, os que de fato necessitam de politicas públicas, que sentem na pele a verdadeira realidade, não tem espaço em suas vidas para sonhar com uma cidade perfeita. Eles desejam o mínimo de assistencia, o básico e pra já. Os nossos jovens precisam ter perspectivas e acreditar que um futuro melhor é possível. Para isso, é necessário que os governos lhes deem condições favoráveis. Porem, nao devemos confundir a criacao de oportunidades com assistencialismo politico. O fome zero,por exemplo, é taxado como assistencialismo descarado do governo Lula. Mas, foi uma utopia q foi posta em pratica e aparentemente deu resultados.

Entao, esses nossos discursos repletos de palavras dificeis e textos bem elaborados, de fato, não trazem nada de concreto a quem realmente precisa de ajuda.

Seria o momento de nós, supostos "intelectuais", que fazemos parte de um grupo seleto de privilegiados por termos tido as condições financeiras e sociais de nos tornamos seres formadores de opinião que somos, ter ideias práticas e plausiveis que ajudem verdadeiramente aos necessitados de nossa cidade, que não se engane, na realidade são muitos.

Dando continuidade ao embate,ops, debate!! rs!

Rerisson Costa disse...

De início, gostaria de parabenizar o Daniel pela iniciativa, sempre necessária, mas quase nunca encontrada nos espaços que conheço em Icapuí.

Colocações importantes, que geram reflexões e debates.

Pena que a utopia não seja tão valorizada quanto as respostas prontas, práticas bem planejadas e, de preferência, com orçamento dentro dos padrões... A utopia é necessária e as respostas deveriam vir delas... e virão!

Muitas foram as respostas, ações e saídas emergenciais já tomadas em todas as escalas possíveis (desde a SUDENE no Nordeste à Reforma (leia-se pintura) do Ginásio do Centro de Icapuí). E o que restou da maioria delas, como nesses exemplos citados: a utopia que os deu alicerce!

Esse debate parece profícuo, embora Icapuí, cada vez mais, se mostre a mim como um espaço onde a frágil democracia brasileira arqueja, titubeando pelos cantos sem saber muito bem o sentido de sua existência (e a formas de seu funcionamento).

E isso não se passa apenas entre aqueles “que sentem na pele” as dificuldades impostas pela pobreza. Há grande monta dessa falta de sentido no seio dos espaços compostos pelos “supostos ‘intelectuais’”, que muitas vezes não sabem nem seu papel de “intelectual”. (sobre isso recomento a leitura do último capítulo de “por uma outra globalização” de Milton Santos).

Por enquanto, fico por aqui... com um pouco do seu sentimento de nutrir o debate. Um boa ferramenta para tanto é a “provocação” (não no sentido pobre da palavra, mas no seu sentido mais amplo... aquele que dá nome ao programa do Abunjanra).

Os participantes deste debate estão de parabéns!

Espero pelas próximas leituras

Daniel Freitas disse...

Klaud'mar todo governo tem que colocar no seu plano de ação políticas de curta, média e longa duração. o exemplo do bolsa família é um ótimo exemplo de política de curta duração... pois se ela se prolongar no tempo se desvirtua deixando de ser a vara, para ser tornar o peixe, incentivando apenas o relaxamento da população. O projeto trás apenso a necessidade dos filhos estarem matriculados e frequentando a escola, que torna o projeto também de abrangência de médio prazo.

mas, como você bem falou, como formadores de opiniões e cidadães que obtiveram a chance de serem bem educados, temos que romper as fronteiras desse pensamento limitado na pobreza, nas desigualdades, estou aqui incentivando um debate mais profundo e mais abrangente do que simplesmente nosso problemas sociais atuais.

queria retornar ao tema do debate.

CONFIANÇA, FISCALIZAÇÂO e OPOSIÇÃO.

espero que falem o que vocês acham sobre esse papel da oposição.

Adolfo Maia disse...

Realmente muito bonito o texto, mas a primeira pilastra não se aplica a Icapuí por que em primeiro lugar o prefeito de Icapuí, nosso governante, não inspira confiança pois, já prometeu o mundo e os fundos e muitas mais muitas vezes não cumpriu.

Em segundo lugar, A logica que você fala em seu texto, está invertida. Não é o povo que tem que ajuda-lo, mas é o governante que tem que criar condições para que o povo o ajude. Mas não é o caso de Icapuí.

Você diz que a eleição já passou, mas nosso governante vive em campanha e sempre que pode faz reforça a divisão politica criada por ele nas duas eleições. E reiteradamente ele diz que está governando para os seus. Quem é o culpado por criar hostilidade no município é o proprio Prefeito Irmão Edilson, então quem quer ter um ambiente calmo, procurar uma forma de amenizar o ambiente procurando fazer ações que é atraim a população para um projeto de governo que melhore a vida de todos. E que de novo não acontece.

Icapuí pode ser dessa forma como você diz, mas somente se o gestor maior da cidade, mude de ATITUDE e procure realizar um PROJETO PARA ICAPUÍ que UNA a população nesse projeto.

Sem essa atitude dele, tudo que você escreveu tornar-se apenas palavras bonitas, mas você sabe nao adianta o povo querer ajudar se ele nao quer ser ajudado.

abraços

Daniel Freitas disse...

Adolfo, em seu comentário você trouxe a tona o tema de uns dos próximos artigos, que é o ambiente criado tanto pelo governo quanto pelo povo, pois sem um ambiente equilibrado é impossível existir um governo de sucesso, mas vou deixar o enfoque deste assunto para mais em breve. Mas de antemão, entendo que minha lógica não está errada, talvez até incompleta, pois está ajuda deve ser bilateral e não individual como muitos pensam. O governante é eleito para representar o povo e não para ser o povo, ele é apenas o instrumento de conexão entre as necessidades do povo e as realizações dos objetivos.

Sobre as rivalidades políticas, não entendo da sua forma. Não vejo o atual gestor municipal como propulsor das rivalidades políticas, vejo-o apenas como um sintoma da cultura política que a muito já foi implantada na nossa região. É errado o que ocorre em nosso município, sim e como é, mas proponho fazermos uma análise mais profunda, porque que o atual governante tem essa postura, será só ele que é assim, será que um político que não fomente essa rivalidade teria êxito em um município em que existem populares que jogam gases tóxicos e transformam a mais linda democracia possível em um campo de guerra? Será que não a própria população que também fomenta e gosta disso.

Adolfo, entendo sua inquietação, mas vejo esse como um problema educacional e cultural que o próprio gestor e a população como um todo é vítima. Quem conseguiu fugir desse paradigma que deve tentar educar e modificar aos poucos esse panorama e é isso que estou fazendo e tentando incentivar a outros fazerem.

E por fim, a ATITUDE não é dele, a ATITUDE É NOSSA!!! A barca é nossa...

Adolfo Maia disse...

É nisso que voga a questão, Daniel. O papel de governante em Icapuí. Será que nosso prefeito sabe que ele é um “instrumento de conexão entre as necessidades do povo e as realizações dos objetivos.”? Assim só consigo ver uma verdadeira “união, mudanças e desenvolvimento” se ele tiver uma ATITUDE de querer verdadeiramente transformar Icapuí. Não adianta o povo quer ajudar, se não sabe em que pode ajudar. Que tal fazer um grande proposta com efetiva PARTICIPAÇÃO da população para debater os objetivos para o futuro da cidade? Assim dessa forma o povo poderia ajudar, como é sua intenção nesse artigo, pois saberia o que fazer para isso.

Mas o que acontece agora é que estamos num governo sem projetos estratégicos, que se agarra em tudo que é projeto que aparece e que não sabe o que quer para a cidade, ficando atirando para todos os lados. Se você observar em todos os discursos do Prefeito Irmão Edilson durante esses anos, ele sempre diz que está governando para o futuro, mas não diz que futuro é esse.

Acho que as algumas pessoas de Icapuí protegem o prefeito demais, como ele fosse “santo e blindado. O prefeito é o propulsor da divisão que tem na cidade, pois sempre reforçou essa divisão, como nos discursos que fez como prefeito na primeira gestão. Ele não perde uma oportunidade em dizer que governa para os seus soldados.

Permita discordar de sua opinião, pois a minha ótica essa cultura divisionária não existia fortemente em icapui, claro que existia uma divisão partidária, mas no governo não era tão sentida quanto agora, onde é dito dentro que para “bacural” não pode ter acesso aos bens públicos. É como se tivéssemos uma privatização do que é público na cidade. Bem como esse clima de guerra é abordado é mais efeito da divisão que propriamente causa dela, já que isso é anterior, remetendo a 2004. Dessa forma a população fomenta por que tem quem incentive, e esse incentivo é feito pelo atual Prefeito.

Tenho uma opinião, que essa divisão das pessoas na cidade é alimentada propositalmente, com uma estratégia política de manter a sociedade apática que não reivindique seus direitos. Pois assim o Governo Municipal não teria muita pressão e toda pressão que possa fazer contra a mesma, é desqualificada por ser uma tentativa contra o Prefeito e não contra as ações que a Prefeitura realiza.

Concordo com vc que é temos que tomar a direção da Barca, mas o motor dela é a Prefeitura, não adianta tomarmos atitudes se a prefeitura também não está aberto a ela. E a mudança de paradigma proposto, tem que ser tomada pelo Prefeito Irmão Edilson, parando de atacar nos discursos quem não votou nele e propor uma grande ação participativa para construir um futuro para Icapuí.

Klaud´mar disse...

Sequer um povo inteligente...aff!rss! Por isso adoro esse blog!

Nossa Icapuí disse...

Daniel, Quero parabeniza-lo pelo belissimo texto em discursão.

Sabemos que todos os homens desde que nasci são ensinados ou de forma natural corremm em busca da felicidade, sejam pobres, ricos, brancos, negros, enfim todos os seres humanos.

Meus caro colegas, ninguém ama tanto NOSSA ICAPUÍ ou o POVO, que dê a sua própria vida por ela.

Infelimente a NOSSA ICAPUÍ já nasceu violentada, por GOVERNOS E GOVERNANTES hipócritas, que só pensaram e SÓ pensam no seus status e em suas carreiras políticas.

me digam como é que alguém que foi violentada desde de sua infãncia cresce, se senti, vive, é imagino que seja duro o processo de crescimento, pois é assim a NOSSA ICAPUÍ, ela ainda sofre os traumas da infancia sofrida, e o pior de tudo é quando os seus algozes são os seus próprios PAIS, é aí que o sofrimento é mortal.

Como disse Daniel:

"quem nunca sonhou na vida que me atire a primeira pedra."

Quem não sonha com um lugar onde tudo seja colorido, onde tenha paz, segurança, onde abeleza seja notoria ao nossos olhos.

É, infelismente este lugar só existe em nossos sonhos, pois nem mesmo em nossas próprias casas encontramos aquilo que sonhamos, e aí de quem é a culpa, sera que é de A ou B, não, a culpa é nossa, pois como é que queremos uma Icapuí melhor se dentro de nós existe um ser EGOÍSTA, que não consegue nem transforma a própria casa onde mora na casa dos seus sonhos.

"MUDE O SEU INTERIOR,
MUDE A SUA VIDA,
MUDE A SUA CASA,
E TRANSFORME A NOSSA ICAPUÍ NUM MUNDO MELHOR."




Jares Petros

Daniel Freitas disse...

Primeiramente quero agradecer a todos que me deram parabéns pela iniciativa, não só aqui como em outras mídias e. também, pessoalmente.

Quanto as palavras de Adolfo, está ai a prova do quanto nossa memória é fraca e só se lembra do agora. Como ótimo historiador que você é Adolfo, já deveria saber que temos que conhecer o passado, para melhorarmos o nosso futuro.

Para quem não quer lembrar, mas vou recordar, da ocasião da lavagem da prefeitura, onde a população petista fez um movimento na qual todos com suas vassouras em punho, como se fossem armas de guerra, se dirigiram a prefeitura, só pelo simples motivo que o prefeito do outro lado se sentou na cadeira que em tese “era do PT”.

Nossa senhora, talvez ninguém lembre mais disso né??? Mas eu me lembro muito bem dos dias que acordava com sacos com urina e fezes dentro da minha sala, só porque agente era oposição ao governo.

Então, Adolfo, não venha dizer que essa “cultura” é atual e foi implantada pelo atual prefeito, pois a muito já existe e o que ocorre atualmente é apenas a colheita do que há muito já acontece desde a época que Icapuí pertencia a Aracati.

Quanto a necessidade de uma postura diferente do atual gestor e a escolha de um rumo para seu projeto de governo, realmente, eu concordo em muito com você, e sei o que é na pele tentar ajudar sua gestão e muitos não deixarem por questão de inveja. (cite-se, tem muita gente que não sabe ***** nenhuma nesse governo e não deixa quem sabe fazer, por simples inveja e arrogância). Mas ainda vejo uma luz no fim do túnel.

Daniel Freitas, muito feliz pelo resultado da sua iniciativa.

Adolfo Maia disse...

Daniel, o que eu disse é que essa cultura divisória do município em dois grupos e que é reforçado essa divisão é construção atual. Não existia você é “bacural” e não tem direito a nada, e você é “bicudo” e tem direito a todo na cidade. Essa divisão é construção atual e sendo reforçada a cada dia que passa em nosso município.

O que você fala nesse sentido são ações de grupos políticos, que não avançava a grande parte da população como acontece hoje. Você sabedor como é da política, sabe que existe divisões partidárias em qualquer local do planeta. Dentro disso existe rivalidade mas nessa rivalidade está diretamente envolvido somente aqueles que puxam os grupos políticos. Como no seu caso, por seu pai é uma grande liderança política do município há muitos anos, então por tabela você sofreria, mas não era uma multidão que fazia isso, apenas grupos de pessoas.

Agora você pergunta isso foi certo? Não é. São ações que sujam a atividade política, que na cabeça de muitas pessoas é a atividade mais suja do mundo. Mas nem por isso, os novos governantes devem fazer o mesmo que fizeram no passado, pelo simples motivo de VINGANÇA. Nada mais cruel para uma sociedade que para vingar as ações do passado, comprometer o futuro a partir de ações usando esse sentimento.

O que se tem que procurar é a arte da boa política, fazer as coisas pensando no bem de todos, não no bem de poucos. Deve sair desse clima de campanha eterno e começar a governar para todos. Deve querer o que é melhor para cidade e que as ações sejam, pelo menos, lógicas para que as pessoas entendam e possam se envolver nessa proposta de uma cidade melhor.

I. D. Júnior disse...

Grande debate, parabéns!

Continuem!

Nossa Icapuí disse...

Meu caro Adolfo

"Errar é humano. Culpar outra pessoa é política."

já falava Hubert H. Humpherey.

"Caros colegas vamos deixar o homem trabalhar, e confiar que tudo vai melhorar".

TEM UMA MUSICA ASSIM:

DEIXA O HOMEM TRABALHAR,
ELE SABE O QUE FAZ,
TEM PACIÊNCIA, QUANDO ELE FAZ SÓ FAZ BEM FEITO
POIS PARA DEUS TUDO TEM JEITO...

Adolfo Maia disse...

Então, Jares, gostei muito da frase, porque o que vemos hoje é somente política na cidade. Alguns erros acontecem e estamos entrando para o sexto ano de governo do PSDB, e ainda é justificado a sua ineficiência a gestão que acabou em 2004. Ou seja, sempre pondo a culpa nos outros. Não estou certo?

Sobre essa frase posta: "Caros colegas vamos deixar o homem trabalhar, e confiar que tudo vai melhorar". Em primeiro, só quem devemos confiar cegamente é em DEUS, para para poder confiar no homem preciso ver um plano ou pelo menos numa discurso convincente que tenha pelo menos lógica.

É isso que eu nao percebo na Prefeitura de Icapuí atualmente, até esforço para perceber. Mas todos os discursos da gestão sao contraditórios, o prefeito diz uma coisa na rádio, Lacerda diz outra na Câmara e os dois discursos são sobre o mesmo ponto. Então a quem confiar?

Eu estou deixando o homem trabalhar. Mas será mesmo que ele está trabalhando. Porque pense comigo, só sabemos que o prefeito Irmao Edilson está na cidade por dois motivos: Nos velórios ou em Eventos. E a percepção de grande parte da população de Icapuí, diferentemente da cor partidária, é que ele não pisa na prefeitura.

Será que não ta na hora de mudar essa percepção? Tenho até uma sugestão, que tal o gabinete do prefeito fazer um Agenda Semanal do Prefeito. O blog terá o prazer de divulgar.

abraços;

Daniel Freitas disse...

Adolfo, como eu te falei, devemos conhecer o passado para não repetir os mesmos erros no futuro. Em nenhum momento coloquei que essa rivalidade é saudável e correta. Mas tenho minhas dúvidas em dizer que hoje era maior que no passado. Mas, reflita comigo, vamos dizer que no Estado do Ceará só tenha um time bom, só o Ceará... vamos esquecer que o Fortaleza exista... Todo ano o Ceará iria ganhar o campeonato estadual, então a rivalidade não existiria, o que existiria era time pequenos tentando ser grande e o time grande humilhando os times pequenos, mas como a maioria era Ceará mesmo fazia era gostar da chacota. Mas, por ventura do destino, o Fortaleza foi inaugurado e começou a disputar títulos com o Ceará e, principalmente, começou a ganhar títulos do Ceará. Então? O que aconteceu? Começou a existir uma grande rivalidade e uma separação de quem é Fortaleza e de quem é Ceará... quando Fortaleza ganha fica humilhando o Ceará e quando o Ceará ganha fica humilhando o Fortaleza. Isso é simples e ocorre em todas as áreas. Acho que deu para você entender minha analogia.

Quanto ao seu último comentário, fiquei muito contente com sua idéia, e é esse o objetivo desse espaço formarmos um plano para apresentar ao governo municipal para que lhe ajude a se tornar uma gestão satisfatória, enfim nos somos o povo que tem que construir o novo.

Sendo assim, Primeira meta de governo: Formular uma Agenda Semanal, através do gabinete do Prefeito, com todas as tarefas do mesmo, de forma a tornar público a sua atuação como gestor municipal. Agenda essa que será divulgada no blog.

A idéia é repassar essa proposta a equipe administrativa ou até ao próprio prefeito. E pressionar através da bancada popular, que é o espaço que o povo tem para reivindicar suas necessidades.


Daniel Freitas, fomentando, ainda mais, o debate saudável, quem tiver condições de ajudar, por favor se manifeste.

Abraços

Adolfo Maia disse...

Daniel, sua analogia está errada, as eleições de Icapuí historicamente sempre foram apertadas, a excessão foi a de 2000 (junção pt-psdb) e 2004 com a primeira vitoria do prefeito Irmão Edilson. Então não existia só um time, existia dois, só que a rivalidade acaba na eleição para a maioria das pessoas.

Então durante 16 anos um time sem ganhou e durante 4 anos os dois lados se uniram e os não satisfeitos com a uniao votaram em doutor Orlando naquela ocasião. E em 2004 a divisão voltou ao normal, mas agora com nova perpectiva que em vez de divisão apenas na eleição, está dentro da gestão, sendo reforçada a cada momento. Reforço que a divisão politica icapuiense é uma divisão pensada estrategicamente para proteger a gestão dos enumeros erros que ela comete e fazer o povo nao se manifestar.

É interessante que devemos conhecer bem o passado para não repetir os mesmos erros no futuro. Só que isso não acontece agora, quer exemplo, Durante a campanha de 2004, o prefeito Irmão Edilson reclamava das inaugurações que Dedé fez, por nao está completa ainda. E o que ele fez em janeiro 2009? Fez a mesma coisa, que até fez o vereador Cadá reclamar em uma sessão da camara essa atitude. Ele também reclamava que não tinha espaço para atuação dele quanto era vice-prefeito de Dedé. E agora está fazendo a mesma coisa com seu sobrinho Herverton. Cadê o aprendizado com o passado?

Será que não está agindo com sentimento de vingança que durou vinte anos e agora que está no poder quer descontar?

Daniel Freitas disse...

A diferença é que Dedé inaugurava as obras no final do seu mandato, Edilson, inaugurou durante seu mandato, antes que elas estivessem concluidas, mas por uma questão de data comemorativa, não porque estava perto da eleição.

Heverton não ter espaço na gestão atual é uma falácea medonha que não vou nem citar.

e quanto aos times... ser competitivo e não ganhar é mesmo que ser sempre o derrotado... então... acho que analogia vale sim. quanto ao ano que psdb se juntaram... mesmo assim os lados continuaram sendo bem definidos.

Daniel Freitas, sem tempo de escrever mais... Adolfo fala muito...

Lidiane disse...

Nãoconcordo com o Adolfo quando diz que a divisãopartidária se deu na gestao atual,ate porque isto e claro que e equivoco seu. As disputas partidárias sempre existiram nao so em icapui, mas em todo o pais, com mais relevencia nos interiores e claro. O que mudou, e ai reconheço, foram as formas de tratamento "bicudo" e "bacural", apenas ilustrando uma situação a tanto tempo existente. Mas cai pra nós uma forma até engraçada... Contudo que só deve existir no periodo de campanha, e que resta errada quando continua nos dias atuais.

Adolfo Maia disse...

Lidiane, eu nao quis dizer que a divisão partidária nasceu nesta gestão. Acho que não consegui expressar bem, mas o que digo é que a divisão partidária foi aflorada nessa gestão e que é constantemente alimentada, propositalmente, pelo Prefeito e seu grupo politico, deixando de ser apenas no periodo de eleição e que perpetuou durante os quase 6 anos da gestão "o povo construindo o novo".

Rivalidade politica existem e sempre existirão. Mas quando isso passar a vigorar para além do bem comum isso torna-ser nocivo a sociedade.

Entao digo que é proposital para que o povo nao se manifeste, pois que é "bicudo" não pode criticar "sua" gestão por ter sentimento de defesa dela e um "bacural" quando critica, tem sua critica desqualificada por ser da oposição ou nao ter votado no prefeito.

Adolfo Maia disse...

Ah.. esqueci de falar. Na epoca da eleição é uma forma engraçada mesmo, mas depois....